quinta-feira, 13 de março de 2008

Visita de Estudo a Coimbra - parte 5



Encerrámos oficialmente a parte formativa da nossa visita a Coimbra com a foto de grupo tirada sobre a «Ponte Pedonal Pedro e Inês», que liga as duas margens do Mondego, em áreas intervencionadas no âmbito do Polis.

Depois, a partir daqui, entrámos na fase comercial de gastos em 'recordações', invadindo algumas das lojas que se atravessaram no nosso caminho até à estação de Coimbra A.

Foi interessante ver aquele grupo dominado maioritariamente pelo sexo 'comprador', a desbravar montras e prateleiras, até encontrar aquela peça que se esconde não sei onde, e que será ideal para recordar aquele dia em que, fora da aula de Geografia, muito aprendemos sobre os programas que vêm reabilitando e requalificando as nossas cidades.

Visita de Estudo a Coimbra - parte 4


Aproximava-se a hora do almoço. Era tempo de deixar o «centro histórico» e partir para uma nova área do 'centro' da cidade, transformada ao longo da última década no âmbito do Pragrama POLIS.
"Exemplo para o país", foi assim que o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, se referiu ao conjunto de intervenções do Programa Polis em Coimbra, uma sucessão de obras ao longo das margens do Mondego que centraram a cidade no rio.
Onde antes eram abandonados laranjais, invadidos por silvas e salgueiros, encontramos hoje o agradável Parque Verde Mondego.
Em boa hora, a menina M nos sugeriu que o nosso almoço se realizasse num bar do seu pai. Foi exactamente na esplanada deste espaço lúdico que deglutámos umas 'francesinhas', enquanto as águas do rio, um palmo à nossa frente, embalavam dezenas de gaivotas que vieram da Figueira até esta terra já distante do nosso mar.


Visita de Estudo a Coimbra - parte 3


Durante a manhã, fomos seguindo o percurso programado pelas técnicas do GCH, observando vários exemplos de imóveis reabilitados no âmbito do PRAUD, no Quarteirão Almedina.
Subimos o Quebra Costas, apreciámos a imponente Sé Velha, vimos o "pantufinhas" - o pequenino autocarro eléctrico que circula pela Baixa e pela Alta da cidade - e fomos sempre observando exemplos de imóveis recuperados em todo este quarteirão.
Deu para constatar que a Alta Coimbrã funciona como uma aldeia dentro da cidade: os residentes, na sua maioria idosos, conhecem-se há muito; frequentam as mesmas mercearias, convivem nos mesmos pequenos cafés e "tabernas" de bairro e, acima de tudo, cumprimentam-se sempre com aquele ar cúmplice de quem tem partilhado continuadamente alegrias e vicissitudes. Aqui respira-se uma outra cidade...

Visita de Estudo a Coimbra - parte 2


Cumprindo a tradição dos transportes públicos em Portugal, chegámos "pontualmente" atrasados!!! [Chiça! Foram só 5 miseráveis minutos, e já estão a reclamar! - diz irritado o senhor administrador da CP.]
Às 10:35 estávamos junto ao Arco da Almedina - a famosa porta de entrada da cidade medieval (que para mim significou, durante meia década, a porta de saída para mais um fim-de-semana). Esperavam-nos aí três simpáticas técnicas do Gabine para o Centro Histórico da C.M. de Coimbra, que mui gentilmente nos deram as boas-vindas e nos acolheram, distribuindo-nos bonitas pastas carregadas de informação relativa aos assuntos da visita (assim, já não era preciso andar a escrevinhar naqueles mini-panfletos que o professor havia distribuído!).
Aproveitamos, desde já, para agradecer toda atenção que tiveram connosco, em especial à Dra. Luísa Silva que se encarregou de estabelecer o programa detalhado da visita e que nos acompanhou durante toda a caminhada.
E por agora chega de relato. Mais logo continuo, está bem?

Visita de Estudo a Coimbra - parte 1


Aquela incomodativa chuva do fim-de-semana teimava em prolongar-se pelos dias seguintes. O dia da nossa visita aproximava-se, e alguma coisa parecia querer estragar esta nossa actividade.

A menina P decidiu não participar porque tinha marcação no cabeleireiro :-)
A menina S nem sequer avisou por que não iria :-(

Apesar de tudo, ontem, lá fomos nós. Sorridentes e expectantes, partimos de comboio em direcção a Coimbra. O que viria a seguir?